São Jerónimo., Albrecht Dürer, c. 1496
Albrecht Dürer, retratoAlbrecht DürerAlemanha, 1471–1528

São Jerónimo.

St. Jerome in the Wilderness

c. 1496 · Painting · 23.1 × 17.4 cm

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Sim, exposta agora

Onde está «São Jerónimo.» hoje? National Gallery, Sala 63, Londres. Sim, exposta agora. Verificado 12 de outubro de 2026.

National Gallery

Londres, Reino Unido

Sala63

Fechado· abre às 10:00

Exposta ao público.

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Sobre a pintura

St. Jerome in the Wilderness is a double-sided oil painting on panel by the German Renaissance artist Albrecht Dürer, executed around 1496, now in the National Gallery in London, where both sides are displayed.

On the reverse of this painting is an image of what appears to be a meteor/meteorite or a comet. Dürer's inspiration may have been the depictions of comets in the Nuremberg Chronicle of 1493. However, those woodcuts are highly stylized, and are not intended to show historical comets, whereas Dürer's image has the feel of an actual observation, as does the blazing star in Dürer's enigmatic engraving Melencolia I, published in 1514. If Dürer's images do represent actual celestial objects, then there are three possible candidates. The first is the Comet of

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1491. Dr Sten Odenwald said that it "allegedly came to within 0.0094 AU on 1491 Feb. 20.0 TT, but the orbit of this comet is very uncertain"; The second is the Ensisheim meteorite. This was suggested by Ursula B Marvin ('The meteorite of Ensisheim – 1492 to 1992',(1992)), in relation to Melencolia I. This object fell in Alsace on 7 November 1492. The third is the comet of 1493, mentioned in the chronological section of Sir David Brewster's The Edinburgh Encyclopædia, which said it was: "seen before and after passing its meridian."

WikipédiaCC BY-SA

Pormenores

Número de inventário
NG6563

No catálogo

Exposições

  1. Em exposição · Sala 63

    National Gallery · 12 de out. de 2026 — agora · Verificado

  2. Não se sabe se estava exposta

    National Gallery · 29 de set. de 2026 — 12 de out. de 2026 · Não confirmado

Fontes

  • Wikidata
  • Imagem: National Gallery — Albrecht Dürer · Public domain · Wikimedia Commons

Na vida de Albrecht Dürer

A vida inteira
  1. c. 1492 – 1494

    Basileia: xilogravuras para os impressores

    Em Basileia, um dos centros da impressão de livros, Dürer alojou-se em casa de Georg Schongauer. A matriz da folha de rosto de «Писем святого Иеронима» (1492), com o seu nome no verso, permitiu atribuir-lhe as obras do «mestre da tipografia de Bergmann»; é possível que também tenha participado nas gravuras de «A Nau dos Loucos», de Sebastian Brant.

  2. 1494

    Casa-se com Agnes Frey

    Pouco depois de regressar a Nuremberga, Dürer, de 23 anos, casou-se com Agnes Frey, filha de um destacado artífice do cobre e harpista amador; o casamento fora combinado na sua ausência e dava-lhe o direito de abrir uma oficina própria. O casal não teve filhos e, a julgar pelas cartas, a união não foi feliz.

  3. 7 de julho de 1494

    Married: Agnes Dürer

  4. 1494–1495

    Primeira viagem a Itália

    Menos de três meses depois do casamento, Dürer partiu sozinho para Itália, talvez para fugir à peste em Nuremberga. Ao atravessar os Alpes, pintou paisagens a aguarela; em Veneza, estudou a arte da cidade e considerou Giovanni Bellini o melhor dos seus pintores, tendo também recebido a influência de Mantegna e Pollaiuolo.

  5. 1495

    Abre a sua própria oficina

    Dürer abriu em Nuremberga uma oficina própria, onde criou, ao longo de dez anos, uma parte considerável das suas gravuras. O padrinho, o editor Anton Koberger, ajudou a publicar as primeiras séries; os ofícios da cidade estavam sob a alçada do Conselho, não das corporações, pelo que o mestre podia experimentar livremente novas técnicas e vender as suas próprias estampas.

Todas as obras

Na mesma sala · Room 63, National Gallery

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